Your result for The Sexual HELL Test...
HELL LEVEL 1
Raw score: 57%

AVOID: the heavenbound. Your path is downward, and you'll need a guide.
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22.2.09 - The Sexual HELL Test Your result for The Sexual HELL Test... HELL LEVEL 1Raw score: 57%
You're a fallen angel. There's some innocence there, but the sexual dark side has called you and, possibly, is already using you. But you're not evil, just naughty; dirty, but not filthy. You're certainly hellbound, and you'll most likely seek out other imps like yourself to work your wicked will. There might be a moral core inside you, but it's been overtaken by lust. AVOID: the heavenbound. Your path is downward, and you'll need a guide. Aline B. . 7:54 AM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 6.2.09 - ... What the **** are you doing?! (Line e Lily no shopping)
LINE - Daí eu li em algum lugar, não lembro onde, que no mega-esporro o Christian Bale diz "fuck" trinta e tantas vezes... LILY - Pior é que tem gente desocupada que ainda conta. LINE - ... Ah, lembrei! Eu li isso no site do Globo. (Pausa diante da súbita constatação do nível atual da imprensa brasileira) LILY - ... Ok. Se a gente ainda atualizasse os blogs, isso tinha que ir pro blog. LINE - Vou postar no Multiply. XD Aline B. . 6:40 PM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 18.1.09 - O cinema nacional não para de me surpreender. Eu nunca pensei que fosse querer ver um filme-brasileiro-baseado-em-fatos-reais-sobre-a-história-de-um-menino-pobre-que-superou-dificuldades-e-realizou-um-sonho.
Mas esse trailer me convenceu, pelo momento 70's. XD http://www.youtube.com/watch?v=uWQ8pQJ_mWk Aline B. . 5:45 PM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 31.12.08 - Feliz 2009! Feliz ano novo a todos!
(Sim, eu vou levar mais de duas horas para pensar em algo melhor. Então, até 2009, vocês vão ter que se contentar com essa mensagenzinha chocha mesmo. Mas eu adoro vocês, apesar disso.) Aline B. . 5:15 PM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 18.12.08 - E eu continuo sendo a Ninfa. XD
Aline B. . 9:36 AM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 12.12.08 - Capitu Bentinho/Escobar FTW.
Aline B. . 7:00 AM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 18.11.08 - Murphy é dono da Internet Só isso explica o fato de o Livejournal entrar em manutenção no dia que eu decido voltar à ativa nele - e, quando eu penso em twittar sobre isso, o Twitter TAMBÉM está em manutenção.
Deus abençoe o Multiply nessas horas. Aline B. . 9:30 AM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 5.11.08 - Um dia é da caça Às vezes o mar de pensamentos não tá pra peixe.
Talvez essa bipolaridade literária só aconteça comigo, mas só tem um jeito de saber, certo? Perguntando. Pois bem, eu pergunto: acontece com vocês? Acontece com vocês de às vezes ter várias idéias para vários textos diferentes, inclusive com um desenvolvimento razoável de cada uma delas, e no entanto mesmo assim nada te empurrar pro papel, ou pro computador? Acontece com vocês de ter homenzinhos dentro da sua cabeça martelando a necessidade de escrever quando você menos espera ou, pior ainda, quando menos pode? Naqueles momentos em que tudo o que você precisa é de um bom tanto de paz mental? É que eu já estive na situação 2 várias vezes, mas atualmente estou na situação 1, e sinceramente não sei dizer qual delas é a pior. Esses dias agora eu passei dois dias fora de casa, sem computador nem um caderno de anotações por perto, e me veio uma enxurrada de coisas interessantes pra dar andamento a uma história meio velha - mas quem disse? Cheguei em casa e foi tudo embora - mentira, não foi embora coisa nenhuma; as idéias ainda estão aqui, todas elas. Eu é que não me animo a abrir o editor de texto (sem propaganda gratuita de multinacionais aqui, please) e transformar idéias em bytes. E isso é tão frustrante. Alguém aí conhece um xarope concentrado de escritorina? (Não reparem. O post era melhor, na minha cabeça. Talvez seja esse o meu problema.) Aline B. . 5:28 PM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 3.10.08 - É grave a crise Perdi a vaga no estágio. Agora é sair correndo por aí distribuindo currículos e cartões de visita. Algum de vocês tem freelas de jornalismo/revisão/tradução pra me passar?
(Mas antes, colar grau. Não agüento mais esse meio-termo, que não serve pra pegar estágio e me impede de ser contratada como jornalista.) Aline B. . 1:46 PM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 13.9.08 - E aí? E aí que foi meu aniversário na quarta, e eu nem postei nada em lugar nenhum. Me sinto relapsa.
Agora tô no meio de um "bolinho pra família" - quer dizer, no meio não, que eu tô no quarto e eles, na sala. Ganhei itens de toalete, tênis, roupas e dinheiro. Preciso de todas as maneiras me animar a escrever um post lá pro fórum. Ainda hoje. Em The Sims 2, Masha pariu quatro gatinhos (nomes temporários: Anushka, Nikita, Fiodor e Nietotchka) e Sofiya e Anton tiveram uma menina, a quem chamaram de Sonya. Enquanto isso, Irina e Ivan chegaram à Universidade, noivaram e estão dividindo um cafofo. As crianças crescem tão rápido. Aline B. . 4:43 PM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 5.12.07 - Mazein, você já viu meus desenhos?
http://prudencechan.deviantart.com Vai ver meus desenhos, anda. (Eu amo a Tétis!) Aline B. . 9:33 AM . 1 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 4.12.07 - Com toda a polidez dos espelhos Olá, Majestade. Há tempos espero pela tua visita.
Não, não te vás ainda, espera; nada te farei de mal. Não põe em mim a culpa por tuas mazelas de outrem. Sou apenas um espelho, vês? Nada faço, senão mostrar aos meus senhores aquilo que eles desejam ver. Talvez seja este meu defeito – ao mesmo tempo, minha maior virtude: não me contento com o reflexo mudo e estático dos demais espelhos do palácio. Deste fim neles, senhora? Bem sei, os ratos me informam. Não, não os empregados, nenhum ousa chegar perto. A corte havia de aprender muito com o povo se o ouvisse, Majestade. Vê: eles não querem saber mais. A ignorância é uma bênção. Achas graça? Pois bem, é teu castelo e teu reino, a ti é permitido rir do que bem entenderes. Quem sou eu para questionar-te, senhora! Talvez haja realmente algo de irônico em minhas palavras, não sei; tanto tempo isolado tendo apenas os roedores por companhia enferrujou minha retórica. Não só ela, ouso dizer. Imploro, Majestade, por um par de mãos carinhosas que aceitem polir minha superfície. Sou um adorno e tanto quando bem-tratado, hás de descobrir. As amas não aceitariam? Oras, mas não és Rainha? Podes ordenar suas mãos cortadas, se não te obedecerem. Oh, não, claro que não, Majestade, não sugeriria tal coisa. Sujeira e perda de tempo, e além disso, quem precisa de amas manetas? Este reino já tem aleijados demais, os ratos me informam. Os ratos me informam de cada coisa. Eles entram por cada poro das paredes e cada fresta dos portões. Ah, se vós, humanos, pudésseis ouvir os ratos. Toda conspiração cairia por terra e toda traição seria ceifada antes mesmo de chegarem os apaixonados à alcova. Não estou insinuando nada, senhora. Por quem me tomas? Reflito apenas a verdade. Usarás tuas próprias mãos? Por Deus, minha senhora, não posso aceitar tal coisa. Quisera eu ter joelhos para dobrar-me diante de ti, quisera eu ter pernas e braços para impedir-te de cometer tamanha desonra. Mas não os tenho, como podes ver, só o que tenho são as palavras, e ao que parece minhas palavras não têm efeito nos teus reais ouvidos. És tão mais forte do que minha antiga senhora, sim, pude ver logo. Mais forte, mais bela, mais sagaz... Não falemos dela; como queiras, Majestade. Não ouvirás mais menção a qualquer de minhas prévias senhoras. Se houve outras? Ora, mas houve centenas delas – tantas, de todas as partes, de reinos que Vossa Majestade não ousaria visualizar nem em teus sonhos mais fantásticos. Houve mesmo uma, de nome Cleópatra, que... Não falemos delas, como queiras, Majestade. Ainda desconfias? Não vejo razão para tanto. Não digo nada de mais, senhora, digo apenas aquilo que esperas ouvir de mim. Se queres que eu cante sobre tua beleza, que é vasta e inegável, sobre tal eu cantarei; se queres me ouvir declamar sobre as jóias que teu senhor conquista para ti, ou sobre como teu amante é viril e desejado por séquitos de damas invejosas... Os ratos. Os ratos me informam de tudo, Majestade. Não, não te vás, não te vás! Que não se fale mais disso, jamais mencionarei novamente qualquer coisa sobre o Rei ou o Lorde; não penses que pretendo criar intrigas. Por que eu maltrataria uma ouvinte tão gentil e atenciosa como tu? Fica; fala comigo. Posso ser teu amigo, se quiseres. Basta querer. Faz-me uma pergunta, vamos, qualquer coisa, uma bobagem que seja. Uma curiosidade qualquer que te morda o coração, por mais tola que pareça. Não há perguntas tolas para mim, querida! Vamos, não sê tímida: abre-te comigo. Sim, eu sabia que perguntarias isso. Pois então, minha senhora, hei de dizer-te a verdade e somente a verdade: sim, tua madrasta era má, e fizeste bem em condená-la à morte. Não vejo razão para continuares carregando esta culpa em teu peito – sim, sei que sentes culpa. Matar nunca foi de teu feitio, por tuas mãos ou pelas de um de teus súditos. Mas saibas, senhora, que matar é às vezes justo. Teu sangue e teu cargo, os recebeste por vontade divina; nada mais é do que tua obrigação fazer cumprir a lei de Deus e punir os pecadores que se recusam a aceitar a bênção. Tu ofereceras a ela partir, não? Ofereceras punições menores – ora, o que seria um toco de língua diante do perdão perante o sacerdote? Ela, a tua madrasta, entregava-se ao demônio e portanto nada mais justo do que limpar teu reino dessa desgraça. Sim, eu sei que ela não te parecia má quando eras pequenina. Mas vê, meu anjo, a diferença entre os bons e os maus: tu, doce criança que eras, insistias em ver apenas a bondade da mulher que dizia tratar-te por filha. Mas não deixa que a tua benevolência te prejudique, Majestade. A ingenuidade paira sobre a linha tênue entre qualidade e defeito. Guarda a inocência para tua filha que há de nascer – não sabias? Eu vejo isso também – e mantém teus dois olhos negros bastante abertos para tudo e todos os que te orbitam. Eu? Envenenar tua madrasta? Por quem me tomas, senhora? Apenas mostrei a ela o que ela desejava ver. Ela, como todas as outras (e eu prometera não tocar mais no assunto, mas tu insistes), via em mim apenas um reflexo do que trazia em si. Se o coração dela trazia maldades e intrigas, maldades e intrigas eram o que eu lhe devolvia. A ti, que traz no coração o amargor de toda uma juventude sofrida, posso refletir apenas sofrimento; se mostras a mim tua alma insegura, frágil de tanto ouvir brutalidades, uma alma frágil eu te mostrarei de volta. Se, no entanto, surgisse diante de mim a altivez e força de uma mulher bela, sã e temente a Deus, teria apenas a entregar-lhe em retorno as maiores maravilhas deste mundo. Não, não és esta mulher, Majestade. Se queres conhecê-la, ela não mora longe: avizinha-se ao teu reino e é nobre, como tu. Não espera encontrar mulher feita, que ela ainda sequer é moça; tem lábios vermelho-sangüíneos e cabelos negros como carvão. Seu nome é Branca de Neve. Apressa-te: o rei, seu pai, há de enviuvar tão logo a lua cheia apareça no céu. Teu senhor? Ora, mas está no quarto ao lado, vestindo-se para a caçada. Não seria terrível se um mal súbito lhe acometesse no meio da floresta? Como sei tanto? Os ratos, minha senhora. Os ratos me informam de tudo. Marcadores: conto Aline B. . 10:09 PM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 26.11.07 - A vida é difícil para os cínicos O meu maior problema é que eu divido o mundo entre os que eu considero imbecis e os que me consideram imbecil, só que na maioria dos casos as duas categorias coincidem.
Aline B. . 6:20 PM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 21.11.07 - O que você vai ser, o que você quer ser Começa com a família, bem antes do vestibular. Esse é apenas um divisor de águas, um marco; o drama mesmo vem com a maldita pergunta "o que você vai ser quando crescer?", aceitando a variante "o que você quer ser quando crescer?". Eu lá sei o que cargas d'água o futuro me reserva? Ainda emulo um Álvaro de Campos para a segunda: o que eu quero ser? Mas quero ser tantas coisas!
A resposta costuma vir fácil, quando se é criança. Eu costumava variar entre escritora e desenhista-pintora, o que quer que fosse isso. Cheguei a copiar a carteira de trabalho da Vó Maria, empregada lá de casa, com direito a foto 3x4 desenhada e minha assinatura. Um dos meus primos dizia que ia ser motorista de caminhão, depois mudou pra piloto de avião. Mas aí você cresce e se dá conta que ser desenhista-pintora não vai dar dinheiro, que talvez você não tenha talento o bastante para isso, que é difícil de entrar nesse mercado, etc. Daí você começa a entrar em contato com várias outras possibilidades de carreira - um leque ao mesmo tempo ilimitado e apertadíssimo - e aquele "o que você quer ser quando crescer" vira de repente um "mas então, vai fazer vestibular pra quê?". (Sim, porque não existe a menor chance de felicidade sem que se passe cinco horas preso numa sala cheia de adolescente e pós-adolescentes, com o contato visual subliminarmente limitado, e praticamente proibido de dirigir uma palavra a qualquer um dos desgraçados que, como você, encaram o punhado de perguntas irrelevantes que supostamente determinarão o rumo de suas vidas.) Daí, digamos que você faça sua escolha sem intervenção da família ou dos amigos (como se isso fosse possível). Digamos ainda que você escolha um curso no vestibular que realmente pareça algo legal de se fazer - não só por causa da grana, ou porque é badalado, ou porque a relação candidato/vaga é ótima. Vamos mais além: digamos que, feita a escolha e vencida a etapa das cinco horas na salinha, você seja aprovado. Daí você começa suas aulas, conhece pessoas. Volta e meia você descobre coisas chatas sobre sua recém-iniciada carreira, mas tudo bem: como diz mamãe, para todo bônus existe um ônus, tudo que é bom tem seu lado ruim, equilíbrio da natureza, Yin e Yang, e talz. Daí você começa a trabalhar - digamos que num estágio - e no começo até que é bem legal, você fica tranqüilo e todo mundo em casa fica também. Daí você termina a faculdade e começa a sentir que não era exatamente aquilo que você queria fazer quando crescesse. Pra todo bônus existe um ônus, só que a vida fica bastante complicada quando os ônus deixam os bônus comendo poeira. De repente, a profissão que você escolheu resolve se mostrar chata; o que te levou a seguir aquela carreira ainda está lá, em algum canto, mas o resto das suas oito horas no escritório criam uma nuvem de poeira que sufoca o prazer que você um dia teve. Daí você se questiona se não fez uma escolha errada, lá no vestibular, se afinal não era melhor ter feito uma faculdade que fosse te dar uma porrada de dinheiro (já que é pra ser ruim, que tenha uma compensação). É engraçado como, nessas horas, a gente sempre se dá conta que queria mesmo é ser escritora ou motorista de caminhão. Daí a gente começa a criar aquela carreira de Platão (que a gente não seguiu) enquanto reclama cada vez mais da carreira pé-no-chão (que a gente mesmo escolheu, mas quase se arrepende). Mais engraçado ainda é quando se coloca a carreira de Platão numa torre de marfim bem alta - porque no fundo a gente sabe que, se largar tudo em prol do sonho de criança, vai descobrir que ele também pode ser chato e cheio de burocracias. E a gente não quer isso; quer os bônus sem os ônus. Mas daí o ano acaba e a gente promete pra si mesmo: ano que vem vai ser diferente. Ainda é novembro, mas minhas resoluções de ano-novo envolvem sair de onde eu estou hoje e começar a galgar essa torre de marfim aí, sem deixar de correr os olhos pelo que acontece ao redor do meu castelinho. Nada indica que o caminho vai ser fácil, nada indica que fazer isso vai resolver as minhas dúvidas existenciais (maldita contemporaneidade), mas pelo menos eu sei que tentar vai me dar aquele friozinho na barriga, e eu estou mesmo precisando sair da inércia. (Em tempo: o primo que queria ser motorista de caminhão fez faculdade de Educação Física. Largou e virou comissário de bordo de uma grande companhia aérea, depois quase trocou de carreira e virou cantor de banda de forró.) Aline B. . 1:01 PM . 1 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . 16.11.07 - Úlcera? Espremida entre um feriado nacional e o fim de senama, no trabalho (de onde eu, que ainda nem vi Tropa de Elite, tô pedindo pra sair), tomando Coca-cola e mascando chiclete enquanto me preocupo com a monografia ano que vem e rezo pro chefe nem olhar pra minha cara.
Isso vai me custar o estômago no longo prazo, não vai? Marcadores: real life Aline B. . 11:59 AM . 0 comentário(s) . . . . . . . . . . . . . | De pia: Aline Brandão. De resto: Prudence, Pru, Li, Lili, Lilica, Lilicats, Lininha, Niña, Despair, menina-mangá, cabelo-verde, Branca de Neve, Aline B. Dada à luz em 1985. Virginiana roxa. Estudante de Jornalismo na UFRJ, porque eu não poderia fazer algo fora de Humanas. Viciada em palavras, Coca-cola, tempo livre, Internet, in-jokes e Paciência Spider. Gosto de muitas coisas, detesto muito poucas; o que sobra me é indiferente, acho. Metamorfose ambulante, no sentido de que não tenho aquela velha opinião formada sobre tudo. Me apaixono e me desapaixono com a intensidade de um lunático e a rapidez de um guepardo. Seja simpático, ature minhas manias, me faça um elogio sincero e você me ganha. Divagando sobre o Devaneio: O blog existe desde 2001, como denuncia o histórico. O layout já está na versão 6.0, e eu sinceramente espero que seja a última. Círculo das Trovadoras The Fictional Diaries Sonham também: Arashi . Bélier . Laurinha . Lilly . Macabu . Mari . Mônica . Pahia . Paty . Povo do CAp . Antigas digressões: The Sexual HELL Test
Setembro 2001
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